segunda-feira, 16 de janeiro de 2012


Cachorro é achado enforcado perto de abrigo de animais no Entorno do DF

De acordo com necropsia, animal foi espancado, torturado e enforcado.
Cão foi encontrado perto de abrigo de animais que sofrem maus-tratos.



O cão, um vira-lata, foi avistado por uma pessoa que ia visitar o abrigo. Ele estava amarrado em uma árvore, a cerca de 50 metros da entrada da instituição. De acordo com o laudo da necropsia, foi espancado, torturado e enforcado.
O que chamou a atenção das pessoas foi que ele foi amarrado com as patas encostando no chão, o que aumentou o sofrimento do cão. “Foi uma cena de barbárie. Uma pessoa que faz isso pode fazer qualquer coisa”, acredita a dona do abrigo, Eliane Zanetti.
Esse não foi o primeiro caso de violência na instituição. Há um ano, 14 cachorros foram encontrados mortos, envenenados. Há seis meses, um esqueleto de um cão amanheceu jogado no terreno.
“A gente não quer fazer justiça com nossas mãos, queremos ir atrás para que a justiça seja feita através do meio legal”, fala a Eliane Zanetti. O caso foi registrado na delegacia do Jardim Ingá.
O abrigo tem três anos e fica no Setor de Indústrias do Jardim Ingá, uma área isolada. São 326 cães vivendo no local, animais em situação de risco, que foram atropelados, mutilados ou sofreram maus-tratos.
 ainda muito jovem, com aproximadamente dois anos de idade,ele  foi espancado, teve o ânus dilacerado por um pedaço de madeira e enforcado de uma maneira que seus dedos encostassem no chão para morrer lentamente sufocado pelo peso do corpo, conforme atestou o laudo da necrópsia. A crueldade do ato é estarrecedora.“Foi uma cena de barbárie. Uma pessoa que faz isso pode fazer qualquer coisa”, diz a dona do abrigo, Eliane Zanetti.
O pobre cachorro foi encontrado amarrado em uma árvore, a cerca de 50 metros da entrada de um abrigo de animais, por uma voluntária.
“Moro aqui e cuidamos de 326 cães de rua e 150 gatos, não temos vizinhos em lado algum, ficamos isolados, não atrapalhamos ninguém, fazer isso na nossa porta foi a pior crueldade do mundo. Imagine ele ouvindo os latidos dos pequenos e tentando se debater para continuar vivendo”, conta abalado Augusto que fundou há 3 anos o abrigo.
“Teríamos ficado com ele como ficamos com tantos, mas ninguém pediu isso, foi só sadismo mesmo. Estamos de luto, o coração está sangrando e não sabemos o que fazer além de chorar e pensar seriamente em fechar o abrigo porque a loucura humana não tem limite e, se um dia eles resolverem entrar aqui, nós vamos defendê-los até o fim”, completa indignado.


Foto: Divulgação


o que pensar,oque dizer?cada dia o ser humano me decepciona mais...

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