quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

3 casos de ataques de pitbul praticamente no mesmo dia, 3 crianças e 3 cães mortos:e o preconceito só aumenta,qualquer cão amarrado,com sede, fome, dor, e sem carinho pode matar, não só os pitbulls.
lamentável a morte do menino de 5 anos atacado pelo cão em capão da canoa,mas ao mesmo tempo também não acho justo culparem o dono do cão que estava amarrado,rídiculo vizinhos quererem lincharem.E mais uma vez a mídia atacada a raça pq ele era mestiço de pitbull e rotweiller.o cão foi sacrificado por policiais ja estava agonizando com um espeto na cabeça que foi o meio que vizinhos usaram para ele soltar a criança.meus deus...tudo muito triste.



outra cena chocante:

A mãe estava lambendo os gatinhos, esperando que el...es revivessem. Segundo a família que adotou o gato de rua, na manhã do dia 11, quando ouviram o gato e trágicos gritos, eles correram escada abaixo e descobriram que este gato de rua teve quatro gatinhos abusados até a morte, e até mesmo colocados na frente da gata mãe. Os corpo dos gatinhos estava coberto de buracos de bala, com sangue por toda parte. Um dos gatinhos tinha o pescoço amarrado com uma corda e alongada, o coração cortado, a barriga exposta, enquanto os outros três gatinhos foram pisados.
A pergunta que fica é: Porque alguém faria isso com gatinhos inocentes que nunca fizeram mal a ninguém? A maldade no coração das pessoas me assusta.




segundo caso:
Pit bull mata menina de um ano em Pelotas

A menina Indiele Martins da Silva, de um ano e três meses, morreu nesta quarta-feira em um bairro pobre de Pelotas (263 km de Porto Alegre) supostamente atacada pelo cachorro da raça pit bull que pertencia à família. Segundo a Polícia Civil, a menina e outros três irmãos dela de 8, 6 e 5 anos estavam sozinhos em casa quando o cachorro, que costumava ficar preso no quintal, escapou.

Segundo o delegado Sandro de Moraes Bandeira, da 3ª Delegacia de Polícia, o pai da criança, Cristiano Rodrigues da Silva, 27, contou que foi chamado pelos filhos maiores na chácara onde trabalhava e, ao chegar em casa, encontrou a filha caída no chão com ferimentos no pescoço e na cabeça. O cachorro estava deitado ao lado do corpo.

"O pai disse que, quando foi pegar a menina, o cachorro rosnou para ele. Revoltado, ele matou o cachorro a pauladas", disse o delegado, que esteve na casa da família logo depois da morte. A mãe, Eva Irene Martins de Oliveira, 23, também segundo o delegado, aproveitou que a chuva havia parado para ir ao mercado e deixou as crianças em casa. "Quando cheguei lá, a criança já tinha sido colocada em um carrinho e o cachorro estava morto. Eles estavam esperando a polícia", disse o delegado.

O pai da criança disse à polícia que o cachorro era tranqüilo e que sempre ficava acorrentado. Há cerca de três meses, no entanto, ele atacou e matou um porco criado pela família.

A Delegacia da Criança e do Adolescente de Pelotas irá abrir inquérito para investigar possível homicídio culposo (sem intenção). Segundo a delegada Carla Vernetti, da Delegacia de Pronto Atendimento, os pais não tinham condições emocionais de serem ouvidos formalmente. "Ela estava muito abalada. Deixei ela ir para casa", disse a delegada. Outras testemunhas devem ser ouvidas a partir de amanhã.

O corpo da menina foi encaminhado para o IML (Instituto Médico Legal) para autópsia. O laudo deve sair nas próximas semanas.






terceiro caso:
Um menino de 10 anos morreu depois de ser atacado por uma cadela da raça pit bull, em Aquidabã (SE), neste domingo (14). O ataque aconteceu no sítio da família.

Segundo o pai da vítima, o menino foi visto com vida, pela última vez, na manhã de domingo. O corpo da criança só foi encontrado, horas depois, no meio de uma plantação de abacaxi, com o rosto completamente desfigurado.

De acordo com a polícia, o pai do menino, revoltado, matou o animal. O corpo da vítima foi levado para o Instituto de Medicina Legal (IML) de Aracaju.

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